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SSKE 26: Lecom e Join4 reforçam papel estratégico dos CSCs

A Lecom e a Join4 participaram da 13ª edição do SSKE (Shared Services Knowledge Exchange), reforçando uma mensagem cada vez mais relevante para o mercado: os Centros de Serviços Compartilhados deixaram de ser apenas estruturas operacionais e passaram a ocupar um papel estratégico na transformação digital das empresas.

Realizado em 20 de maio de 2026, no Milenium Centro de Convenções, em São Paulo, o evento reuniu executivos, lideranças e especialistas para discutir eficiência operacional, automação, IA, governança, integração tecnológica e evolução dos CSCs.

Para a Lecom e a Join4, a presença conjunta no SSKE 2026 fortaleceu o posicionamento da parceria entre tecnologia + consultoria especializada, unindo a plataforma de hiperautomação da Lecom à experiência consultiva da Join4 em estruturação, evolução e escala de processos.

A participação também teve um diferencial importante de visibilidade: Lecom e Join4 estiveram no evento como patrocinadoras VIP Premium, com presença institucional, stand, ativações, relacionamento com executivos e participação no painel temático ““Âncora ou motor? O papel do CSC, integrado à TI e Cyber na era da IA” com as empresas Dexco e Embraer.

Por que os CSCs estão no centro da inovação?

A evolução dos CSCs acompanha uma mudança mais ampla no mercado: as empresas estão buscando estruturas mais integradas, orientadas por dados e capazes de escalar eficiência sem perder governança.

Isso significa sair de operações fragmentadas, baseadas em e-mails, planilhas, papéis e sistemas desconectados, para modelos capazes de centralizar demandas, automatizar fluxos, medir SLAs, integrar ERPs e dar rastreabilidade às decisões.

Esse movimento foi uma das principais pautas durante o SSKE. Nas conversas com lideranças presentes, ficou claro que existem CSCs em diferentes níveis de maturidade: alguns ainda estão mapeando processos e estruturando sua operação; outros já possuem automações implementadas, mas buscam mais visibilidade, integração e inteligência para escalar com segurança.

Segundo Roberto Mancuzo, Co-founder e Diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios da Join4:

“O SSKE mostrou que os CSCs vivem momentos muito diferentes de maturidade, mas compartilham uma mesma prioridade: evoluir com mais eficiência, governança e inteligência. Algumas empresas ainda estão mapeando processos; outras já automatizaram etapas importantes e agora buscam mais integração, visibilidade e escala. É nesse ponto que a combinação entre consultoria especializada e tecnologia faz diferença”, afirma Roberto Mancuzo, Co-founder e Diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios.

A própria abordagem da Lecom e da Join4 para CSCs parte dessa visão: processos inteligentes unem automação, dados e integração sistêmica para tornar o CSC mais ágil e estratégico. A plataforma posiciona recursos como BPM, RPA, inteligência artificial, gestão de KPIs e SLAs, experiência omnichannel, integrações com ERPs e segurança com ISAE 3402 e LGPD como pilares de um CSC moderno.

O que o SSKE 2026 mostrou sobre IA, hiperautomação e governança?

Um dos temas mais fortes do SSKE 2026 foi a hiperautomação. Empresas em diferentes estágios de maturidade demonstraram interesse em entender como BPMS, RPA e IA podem atuar de forma orquestrada, seja para automatizar fluxos simples, seja para evoluir processos mais complexos.

Essa discussão está alinhada ao avanço global da IA aplicada a processos. A previsão atribuída ao Gartner é que, até 2028, um terço dos softwares corporativos incorpore capacidades agênticas e 15% das decisões do dia a dia de trabalho sejam tomadas de forma autônoma por IA. Ao mesmo tempo, segundo a consultoria, mais de 40% dos projetos de IA agente serão cancelados até o final de 2027 por falta de controle do que foi implementado. 

Portanto, o ponto central não é apenas automatizar mais. É automatizar com governança, integração e rastreabilidade. Existem barreiras relevantes para adoção em produção, como verificação dos resultados, confidencialidade dos dados, não determinismo e necessidade de manter humanos no ciclo de validação.

É exatamente nesse espaço que a combinação entre consultoria e tecnologia ganha força. O CSC precisa de estratégia, desenho de processos, método de implantação, gestão da mudança e uma plataforma capaz de sustentar escala, segurança e integração.

Painel no SSKE 2026: Âncora ou motor?: qual é o papel do CSC, integrado à TI e Cyber na era da IA?

No SSKE 2026, a Lecom e a Join4, reforçaram uma das discussões mais relevantes para o futuro dos Centros de Serviços Compartilhados: o CSC será uma âncora para a operação ou um motor de transformação para o negócio?

A provocação foi tema de um painel que contou com a participação de Roberto Mancuzo, Confundador e Diretor de Operações da Join4, Sérgio Morseli, Gerente Executivo de Projetos de CSCs da Dexco, e Yleine Garufe, Innovation Executive Artificial Intelligence, Data Science and Cybersecurity na Embraer.

Imagem 02 / Legenda: Roberto Mancuzo, Sérgio Morseli e Yleine Garufe em painel no SSKE 2026

Roberto Mancuzo, Sérgio Morseli e Yleine Garufe em painel no SSKE 2026

A conversa trouxe para o centro do debate a necessidade de integrar CSC, TI e Cybersecurity em uma mesma agenda estratégica. Em um cenário no qual inteligência artificial, automação e dados ganham espaço nas operações corporativas, o CSC deixa de ser visto apenas como uma área de suporte e passa a assumir um papel mais conectado à eficiência, à governança e à segurança dos processos.

Quando os fluxos continuam manuais, fragmentados e pouco rastreáveis, o CSC pode ser percebido como uma estrutura que desacelera a operação. Mas, quando há integração entre processos, tecnologia, dados e segurança, ele se torna um ambiente capaz de acelerar decisões, padronizar jornadas, reduzir retrabalho e dar mais visibilidade para a gestão.

Debate “Âncora ou motor?: qual é o papel do CSC, integrado à TI e Cyber na era da IA?” durante o SSKE 2026 organizado por Join4 e Lecom

Esse foi um dos pontos centrais da discussão: o CSC moderno precisa operar de forma integrada à TI e à Cybersecurity, principalmente diante do avanço da IA nas empresas. O investimento em inteligência artificial em processos corporativos exige mais do que eficiência; exige critérios de governança, rastreabilidade, controle de acessos, segurança da informação e clareza sobre onde a tecnologia realmente gera valor.

Nesse contexto, a Lecom e a Join4 reforçaram, durante o evento, a importância da combinação entre consultoria especializada e tecnologia de ponta. Enquanto a Join4 contribui com visão consultiva, conhecimento de processos e experiência na estruturação de operações de CSC, a Lecom oferece a camada tecnológica para automatizar, integrar, monitorar e dar escala aos fluxos corporativos.

A participação no SSKE também mostrou que diferentes empresas ainda estão em níveis variados de maturidade. Algumas organizações seguem na etapa de mapeamento e estruturação de processos; outras já avançaram em automação, mas buscam mais inteligência, integração e governança para evoluir. Em comum, todas demonstram interesse em compreender como IA, BPMS, RPA, dados e segurança podem atuar de forma coordenada dentro dos CSCs.

Assim, a resposta à provocação do painel passa menos por escolher entre “âncora” ou “motor” e mais por entender o modelo de atuação do CSC. Quando isolado da tecnologia, da segurança e da estratégia do negócio, ele tende a concentrar gargalos. Quando integrado à TI, à Cybersecurity e à inteligência aplicada aos processos, torna-se uma plataforma de eficiência, controle e inovação para toda a organização.

Cases que mostram a evolução dos CSCs na prática

A discussão sobre CSCs ganha força quando conectada a resultados reais. A Lecom e a Join4 já acumulam experiências relevantes em Centros de Serviços Compartilhados.

Um dos principais exemplos conjuntos entre Lecom e Join4 é o da Rede Santa Catarina. O case mostra que a instituição substituiu sua antiga ferramenta de ITSM, estruturou um CSC com áreas como RH, Financeiro e Compras e contou com a Join4 como parceira estratégica na implementação da plataforma Lecom. Entre os resultados publicados estão economia aproximada de R$ 300 mil, melhoria na rastreabilidade dos processos e redução de mais de 5.000 serviços cadastrados para cerca de 600.

Outro case relevante é o do Grupo Ser Educacional, que buscava expandir seu CSC para todas as unidades e ampliar a robotização de processos. Com a Lecom, foram mais de 140 processos implementados em 18 meses, redução de 50% no tempo médio de atendimento aos estudantes, de 10 para 5 dias, e economia de 15 mil horas ao ano.

Na Atlantica Hospitality International, a necessidade era estruturar um CSC para sustentar o crescimento de uma operação com mais de 100 hotéis no Brasil. A empresa implantou a Lecom para gerir processos do CSC e criar um sistema de atendimento, eliminando canais dispersos como e-mails, WhatsApp, Teams e ligações. Houve aumento de 10 pontos percentuais no SLA desde a implantação.

Já no Grupo Hermes Pardini, a Lecom apoiou a digitalização de processos, com mais de 110 processos digitalizados e automatizados, redução de até 70% no tempo de execução do trabalho, aumento de governança e mais padronização.

Esses resultados mostram que a evolução dos CSCs acontece quando tecnologia, método e visão de processos caminham juntos. Mais do que automatizar tarefas pontuais, os cases evidenciam como a digitalização permite redesenhar jornadas, centralizar atendimentos, ampliar a rastreabilidade, reduzir prazos e transformar áreas de backoffice em estruturas mais inteligentes, governadas e orientadas por indicadores. 

Segundo Rafael Silva, Diretor de Marketing e Expansão da Lecom:

“O CSC moderno precisa ser visto como uma estrutura estratégica para gerar eficiência, governança e dados para o negócio. Quando a automação é combinada com integração, rastreabilidade e inteligência aplicada aos processos, o CSC deixa de ser apenas uma área de atendimento e passa a atuar como uma alavanca de transformação operacional”, destaca Rafael Silva, Diretor de Marketing e Expansão da Lecom.

É esse movimento que posiciona a Lecom e a Join4 como parceiras estratégicas para empresas que buscam tirar o CSC de uma lógica operacional e levá-lo a um papel mais integrado, eficiente e relevante para o negócio.

O diferencial Lecom + Join4: especialização em processos e tecnologia de ponta

A participação conjunta no SSKE 2026 reforçou uma tese importante: CSCs não evoluem apenas com tecnologia, nem apenas com consultoria. Eles evoluem quando há tecnologia, consultoria, método, governança e visão de negócio trabalhando juntos.

A Lecom entra nessa equação como tecnologia brasileira de hiperautomação, com recursos para modelar, automatizar, integrar, monitorar e otimizar processos, inclusive de CSCs. A Join4 complementa com especialização consultiva, proximidade com os desafios do CSCs e metodologia para transformar processos complexos em jornadas digitais eficientes e escaláveis.

Essa combinação responde a uma demanda percebida no evento: lideranças de CSC querem parceiros confiáveis, com conhecimento prático, compromisso com entrega e capacidade de apoiar diferentes níveis de maturidade. 

Foto de Aline Ferreira

Aline Ferreira

Head of Sales | Join4

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