Evento divulga o novo posicionamento da Lecom: Inteligência operacional.
A inteligência artificial já está na agenda das grandes empresas brasileiras. O que ainda separa quem experimenta de quem colhe resultado é a capacidade de governar, integrar e escalar essa tecnologia dentro da operação.
Esse foi o ponto de partida do Lecom Experience 2026, evento sobre inteligência operacional que reuniu em São Paulo, no dia 22 de outubro, líderes de tecnologia, finanças, transformação e conselho de empresas como Atlantica Hospitality International, Grupo SADA, Afip, Sicoob Credicitrus e Paschoalotto, além do IT Forum e da Deloitte Brasil.
Na primeira edição do evento, a Lecom apresentou o posicionamento que guia seus próximos passos: inteligência operacional. A ideia é simples de dizer e exigente de colocar em prática: tecnologia abundante só vira resultado quando trabalha coordenada com processos, pessoas e estratégia. A seguir, você confere os principais aprendizados do dia e o vídeo completo, com capítulos para ir direto ao que interessa.
O que é inteligência operacional para a Lecom
Inteligência operacional é a combinação de tecnologia e método para fazer a operação funcionar de forma integrada: processos orquestrados, sistemas conectados, dados fluindo entre as áreas e recursos como RPA, IA e agentes acionados no momento em que são necessários.

Na abertura do evento, Tiago Amor, CEO da Lecom, partiu de uma constatação: nunca houve tanta tecnologia disponível, e justamente por isso ter a ferramenta deixou de ser diferencial. Em mais de 30 anos acompanhando operações de empresas brasileiras, a Lecom viu muitas ondas tecnológicas chegarem. O que permanece é a capacidade de coordenar todas elas em torno de resultado.
Tecnologia e método Lecom Way: as duas bases da inteligência operacional
No bloco primeiro bloco do evento, Tiago Amor e Douglas Zilio, gerente de soluções da Lecom, detalharam as duas bases que sustentam o conceito de inteligência operacional. A primeira é tecnológica: orquestração de processos, integração de sistemas, RPA, inteligência artificial e agentes. A segunda é o método Lecom Way, que define onde, quando e por que cada recurso entra na operação.

Uma base não funciona sem a outra. Tecnologia sozinha não transforma uma operação desorganizada, e método sem execução vira apresentação. É o que a Lecom chama de “fim da ilusão tecnológica”: o abandono da ideia de que basta comprar a ferramenta certa para a operação mudar.
Por que a IA não sai do piloto: os dados da pesquisa do IT Forum no Lecom Experience

Déborah Oliveira, diretora de conteúdo do IT Forum, apresentou os resultados da pesquisa Antes da TI, a Estratégia, feita com 283 líderes de tecnologia das maiores empresas do Brasil. O retrato é direto: adotar, governar e escalar a IA é hoje o desafio número 1 da agenda de TI.
92% buscam eficiência, mas só 18% chegam à produção
Para 92% dos líderes ouvidos, o objetivo principal é ganhar eficiência operacional e produtividade. Ainda assim, apenas 18% conseguem levar iniciativas de IA da prova de conceito à produção. Entre a intenção e o resultado, os entraves mais citados são dados dispersos, sistemas legados e a dificuldade de definir um caso de uso com valor claro para o negócio.
Agentes de IA já operam, e a coordenação é o próximo desafio
Os agentes de IA já estão em operação em mais de um quarto das empresas pesquisadas. Com eles surge uma nova camada de complexidade: coordenar o trabalho entre agentes, sistemas e pessoas. É nesse ponto que a orquestração de processos deixa de ser um tema técnico e passa a ser uma decisão estratégica.
Da experimentação à geração de valor: a visão da Deloitte no Lecom Experience

Jefferson Denti, CDO – AI & GenAI Officer da Deloitte Brasil, abriu sua fala com uma provocação: a IA é hype, inovação ou necessidade? Para ele, a fase de experimentação cumpriu seu papel, e o desafio agora é transformar testes em geração de valor.
Nesse caminho, a mudança de cultura e o redesenho de processos e do modelo de trabalho pesam tanto quanto a tecnologia escolhida. É um diagnóstico que conversa com os números do IT Forum: quando cultura e processos não acompanham a ferramenta, os projetos ficam presos no piloto.
O que líderes de negócio dizem sobre transformação tecnológica
A segunda metade do evento saiu dos conceitos e foi para a cadeira de quem conduz a transformação no dia a dia, em dois painéis com executivos de setores diferentes.
Da tecnologia ao resultado: priorizar, executar e comprovar
Mediado por Murilo Dias, fundador e CEO da Join4, o primeiro painel reuniu três perspectivas complementares: transformação, com Juliana Pinheiro, Diretora de Transformação da Atlantica Hospitality International; tecnologia, com Manuel Landeiro, CTO do Grupo SADA; e finanças, com Raphael Romanini, CFO da Afip.

A conversa seguiu as três etapas de qualquer agenda de transformação: priorizar o que realmente merece investimento, executar levando a estratégia até a operação e comprovar o valor gerado, com indicadores e retorno sobre o investimento.
Operações que escalam: a visão de CEO e de conselho

No segundo painel, Tiago Amor conduziu a conversa com Eric Garmes, CEO da Paschoalotto, e Walmir Segatto, vice-presidente do Conselho do Sicoob Credicitrus. Em pauta, como crescer com eficiência e como a tecnologia sustenta operações em escala, a partir de duas cadeiras diferentes: a de quem executa e a de quem governa. O painel terminou em uma conversa aberta entre os participantes sobre liderança e o futuro da inteligência operacional.
Assista ao Lecom Experience 2026 completo
A gravação completa já está disponível no YouTube. Confira:
A principal dica de tecnologia para líderes que precisam escalar: aprendizados do Lecom Experience

Se há uma conclusão que atravessou todas as falas do dia, é que o desafio da IA nas empresas brasileiras já não é acesso à tecnologia. É coordenação. Os dados do IT Forum mostram a distância entre intenção e produção. A Deloitte reforça que cultura e processos pesam tanto quanto a ferramenta. E os painéis trouxeram a visão de quem precisa transformar tudo isso em resultado no dia a dia.
É nesse espaço que a inteligência operacional se coloca: unir tecnologia e método para que processos, sistemas, dados, automação e agentes de IA trabalhem juntos, com governança e foco no resultado. Para a Lecom, que atua há mais de 30 anos com orquestração de processos, hiperautomação e IA aplicada às operações, esse não é um conceito novo. É o nome para aquilo que sempre guiou o nosso trabalho.
O Lecom Experience 2026 abriu essa conversa, e ela continua com cada empresa que decide sair do piloto e levar a inteligência para dentro da operação.
Quer entender como aplicar a inteligência operacional na sua empresa? Fale com um especialista Lecom.