LECOM WEBINAR - 10/06 • 10h30min - De sistemas isolados a operação integrada

19 e 20 – 26 e 27 de agosto | 10h30

Do processo à hiperautomação: como construir uma operação contínua e escalável

Passamos 30 anos construindo duas coisas ao mesmo tempo: o método para estruturar operações e a tecnologia para executar esse método em escala. Neste masterclass, você aprende os dois e vê como eles funcionam juntos na prática.

Em 4 aulas online e gratuitas, você vai do diagnóstico real de como os seus processos funcionam hoje até uma operação que executa, automatiza, aprende e escala, com a plataforma que torna isso possível.

Passo a passo: o que você vai aprender

Como enxergar como um processo realmente funciona, não como você acha que funciona

Como fazer o processo existir dentro de uma plataforma, com responsáveis, prazos e histórico automático

Como RPA, IA, OCR e integrações entram na esteira certa, no ponto certo, coordenados por um processo central

O que são agentes de IA, como eles agem dentro de processos reais e o que muda na operação quando eles entram

A promessa da automação é eficiência. A realidade exige método e a tecnologia certa.

O mercado vive uma corrida para adotar automação: RPA, IA, copilots, agentes de IA. E ao mesmo tempo, os dados mostram um cenário que contradiz essa euforia: a maioria das iniciativas não entrega o retorno esperado, trava no piloto ou cria mais complexidade do que resolve.

Mas o problema não é a tecnologia. O problema é quando ela chega antes do processo estar pronto para recebê-la: sem método, sem estrutura, sem uma plataforma que saiba orquestrar tudo isso junto.

Quando processo, método e tecnologia trabalham juntos desde o início, o resultado muda completamente. É o que 30 anos da nossa experiência mostram: não basta automatizar. É preciso automatizar com inteligência, com sequência e com a plataforma certa para sustentar essa operação em escala.

Você se reconhece nessa situação?

Você sabe que a operação precisa mudar. Só não sabe por onde começar sem errar de novo.

Talvez você já tenha aprovado um projeto de tecnologia que prometeu muito e entregou pouco. Ou tentado implementar automação e percebido que o time não abraçou, que o processo não se encaixou, que o retorno nunca ficou claro. Você continua recebendo reuniões de alinhamento em vez de dados em tempo real. Continua dependendo de duas ou três pessoas que carregam o conhecimento de como tudo funciona e quando elas saem de férias, você descobre o quanto a operação é frágil.

Você quer ter controle. Quer tomar decisão com dado real. Quer que a operação funcione com ou sem você no centro de tudo. E sabe que isso só vai acontecer quando a estrutura existir de verdade, não como intenção, mas como operação rodando dentro de uma plataforma.

Você vê o problema todos os dias. Só não sabe como resolver ou como convencer alguém de que vale a pena resolver.

Você abre três sistemas para completar uma tarefa que poderia ser automática. Exporta, cola, verifica e no fim do dia fez muito trabalho, mas não avançou no que realmente importa. Você percebe onde a operação trava, onde o retrabalho aparece, onde uma melhoria simples economizaria horas, mas não tem o vocabulário para transformar isso numa proposta que a empresa aprove.

Você quer crescer, quer atuar de forma mais estratégica, quer que seu trabalho tenha mais impacto. Mas o dia não deixa espaço para isso.

O que os números dizem sobre automação hoje

Esses três números apontam para o mesmo lugar: o retorno real da automação não depende da ferramenta que você escolhe. Depende de como o processo que vai receber essa automação foi construído e de ter a plataforma certa para executá-lo.

Por que algumas empresas conseguem escalar sem perder o controle e o que elas fazem diferente

Existe uma diferença entre uma empresa que tem ferramentas de automação e uma empresa que opera de forma inteligente.

A primeira comprou boas tecnologias. Cada área escolheu a sua solução, do seu jeito. O RPA aqui. A IA ali. Um ERP para o financeiro, outro sistema para o RH. As ferramentas funcionam, mas funcionam sozinhas, cada uma resolvendo o seu pedaço. No espaço entre elas, o trabalho manual continua. Alguém ainda faz a ponte de um sistema para outro. A operação funciona porque essas pessoas estão lá.

A segunda tem as mesmas tecnologias, mas elas operam dentro de um processo central que foi construído para conectá-las. Quando uma etapa termina, a próxima começa automaticamente.

Quando algo foge do padrão, a plataforma sabe exatamente o que fazer. A operação tem visibilidade em tempo real, cresce sem depender de pessoas específicas e gera dados que alimentam a próxima decisão.

O que separa essas duas empresas é a combinação de método e plataforma. Um processo bem estruturado que roda dentro de uma tecnologia construída para orquestrar cada peça da operação.

O mercado deu um nome para isso: hiperautomação. E a Lecom passou três décadas desenvolvendo exatamente isso: o método e a plataforma que fazem essa orquestração acontecer na prática, em operações de todos os tamanhos.

É o que você vai ver funcionando neste masterclass.

O que você vai aprender — e ver funcionando

Do processo ao fluxo vivo

Você aprende a enxergar como um processo realmente funciona e a transformar esse entendimento em algo que executa dentro de uma plataforma real. Não é teoria genérica: você vai ver o processo sendo construído ao vivo dentro da plataforma Lecom, com responsáveis definidos, prazos monitorados e histórico registrado automaticamente.

O que você aprende: a evolução histórica da gestão de processos, com a metodologia LecomWay em 4 fases, as ferramentas de diagnóstico e mapeamento, e a transição completa do processo no papel para o fluxo vivo dentro da plataforma.

Da automação à operação inteligente

Com o processo estruturado, você aprende como a tecnologia entra no lugar certo. Você vê a esteira da Lecom funcionando — BPM como espinha dorsal, RPA executando o que é repetitivo, OCR lendo documentos automaticamente, integrações conectando sistemas, Analytics dando visibilidade em tempo real e IA agindo onde há variação e complexidade.

O que você aprende: o que é hiperautomação na prática, os componentes da esteira de hiperautomação, os 3 níveis de maturidade com ROI real de cada um, e uma demonstração ao vivo de um processo rodando com automação completa, incluindo a entrada dos agentes de IA.

Você não vai aprender sobre automação em abstrato. Você vai ver a plataforma que executa esse método funcionando em tempo real.

O que acontece quando processo e tecnologia trabalham juntos, na prática

Este masterclass foi feito para você se...

Você lidera uma equipe ou uma empresa

Gestor, diretor, CIO, CTO, COO ou dono de negócio e se reconhece em pelo menos um desses cenários:

Você trabalha na operação

Analista, assistente, coordenador ou profissional de processos, TI ou back-office e se reconhece em pelo menos um desses cenários:

Setores com maior aplicação

Quem vai te ensinar

Douglas Zilio

Gerente Nacional de Arquitetura de Soluções · Lecom Tecnologia

Engenheiro de Controle e Automação pelo IFSC com graduação sanduíche na Universitat Politècnica de Catalunya (Espanha), MBA em Gestão de Negócios pela USP e certificações em Green Belt, ScrumMaster e TKP.

Douglas é o profissional que não fala de tecnologia pelo nome da tecnologia. Fala do problema que ela resolve e de quando ela não resolve. Neste masterclass, ele compartilha o mesmo raciocínio que usa em projetos reais: como enxergar um processo, onde a automação faz sentido e como construir uma operação que funciona sem depender de pessoas específicas.

O que você leva além do conhecimento

Certificado de conclusão

Ao terminar as 4 aulas, você recebe o certificado digital emitido pela Lecom, sem nenhum custo.

Demonstração da plataforma Lecom

Ao longo das aulas práticas, você vai ver a plataforma funcionando com um processo real do começo ao fim, da estruturação no papel até a automação com agentes de IA.

Templates e materiais de apoio

Acesso aos frameworks usados nas aulas, Mapa de Processo, Matriz RACI, SIPOC e matriz de riscos, prontos para aplicar no dia seguinte.

Perguntas frequentes

É quando várias tecnologias de automação trabalham juntas, coordenadas por um processo central — não cada uma resolvendo o seu pedaço de forma isolada. RPA executa o que é repetitivo. IA lida com exceções. OCR lê documentos. Integrações conectam sistemas. E um processo bem estruturado define o que cada tecnologia faz, quando e em qual ordem. Quando isso acontece, a operação passa a funcionar de forma contínua, sem depender de pessoas fazendo a ponte entre sistemas. O conceito foi criado pelo Gartner em 2019 e é o modelo de referência para operações inteligentes em grandes organizações.

Tecnologia implantada em cima de processo desorganizado não organiza — ela acelera a desorganização. Um bot de RPA que executa um processo cheio de exceções vai gerar mais exceções, mais rápido. Um agente de IA colocado em cima de um fluxo que ninguém consegue descrever vai criar resultados imprevisíveis. O que muda com método é a sequência: primeiro você entende e estrutura o processo, depois escolhe a tecnologia certa para cada ponto, depois automatiza. Com essa sequência, a mesma tecnologia que falhou antes passa a entregar resultado. É exatamente esse método — combinado com a plataforma que executa — que a Lecom ensina neste masterclass.

Agentes de IA são sistemas capazes de perceber o contexto de uma situação, decidir qual ação faz sentido e executar essa ação — de forma autônoma, dentro de um processo. Diferente do RPA, que executa um roteiro fixo, o agente interpreta o contexto antes de agir. Em vez de ir para uma fila de revisão humana, ele analisa o histórico, valida os dados e decide se libera, corrige ou escala para um humano. A Aula 4 do masterclass é inteiramente dedicada a esse tema — incluindo os 8 tipos de agente e os protocolos que sustentam essa arquitetura.

RPA executa tarefas com regra fixa — sempre o mesmo caminho, sem variação. Funciona muito bem onde não há julgamento envolvido. Agentes de IA entram onde há variação de contexto, exceção e necessidade de interpretação. Os dois não competem: se complementam. Para o que é sempre igual, RPA — é mais simples, mais barato e com ROI mais rápido. Para o que exige interpretar uma situação antes de agir, agente de IA. A escolha entre os dois não é tecnológica: é econômica e estratégica.

Não. O masterclass é sobre método e operação — não sobre programação ou configuração de sistemas. Se você sabe o que é um processo de negócio, você já tem o que precisa. Tudo que for técnico é explicado de forma simples e com exemplos práticos. A Aula 2 começa com papel e caneta — de propósito.

BPM significa Business Process Management — gestão de processos de negócio. É o que permite que um processo saia da cabeça das pessoas e passe a existir como um fluxo real dentro de uma plataforma: com responsáveis definidos, prazos monitorados e histórico registrado automaticamente. No masterclass, o BPM é o ponto de partida — é o que torna a automação sustentável e escalável.

Sim. 100% gratuito, sem custo de inscrição, acesso ou material. O certificado também é gratuito.

São 4 aulas online transmitidas ao vivo, que ficam disponíveis para quem não puder assistir no horário. Cada aula combina conceito com prática — todas as quatro aulas usam o mesmo processo financeiro como fio condutor, que evolui do papel à automação inteligente ao longo da jornada.

Comece agora sem custo, sem compromisso

Em 4 aulas, você aprende o método que separa uma operação travada de uma que escala e vê a plataforma que executa esse método funcionando em tempo real.

Gratuito, online e com certificado.

Receba as nossas novidades no seu e-mail

Inscreva-se para receber dicas, tendências e novidades sobre transformação digital e os conteúdos em destaque do nosso blog!