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GenAI Summit 2026 by Deloitte: principais insights e participação Lecom

A Lecom esteve presente no GenAI Summit 2026, promovido pela Deloitte e pelo Deloitte AI Institut, em dois dias intensos de debates sobre um tema que vem amadurecendo rapidamente nas empresas: como transformar iniciativas de Inteligência Artificial em capacidade operacional e resultados mensuráveis.

O evento trouxe uma mensagem comum em diferentes trilhas e setores: IA sozinha não entrega transformação. Ela ganha valor quando está conectada a processos bem estruturados, dados consistentes, governança e execução estratégica. É nessa interseção que a inovação deixa de ser experimento e passa a se tornar parte do dia a dia das operações.

Ao final do GenAI Summit, a Lecom recebeu um reconhecimento com a mensagem “Together Building the AI legacy”, reforçando uma trajetória construída com consistência e visão de longo prazo com a Deloitte, especialmente em projetos que combinam gestão de processos, automação e, cada vez mais, IA aplicada onde faz sentido.

Um marco no evento: Lecom recebe reconhecimento da Deloitte, “Together Building the AI legacy”

Tiago Amor (CEO Lecom) e Jefferson Denti (CDO – AI & GenAI Officer da Deloitte), entregando reconhecimento da Deloitte para a Lecom referente a iniciativas em IA.

Receber esse reconhecimento durante o GenAI Summit teve um significado especial porque o evento foi um retrato do momento do mercado: menos buzzword e mais entrega.

Desde 2018, a Lecom atua junto à Deloitte em iniciativas de transformação em diferentes setores, como financeiro, governo, saúde e backoffice, apoiando organizações a estruturar jornadas ponta a ponta com eficiência, rastreabilidade e governança. Ao longo dessa jornada, foram quase 100 clientes atendidos Deloitte+Lecom, com desafios diversos que elevam continuamente o padrão de execução, qualidade e previsibilidade de resultados.

Esse histórico também reforça um ponto importante: nem toda transformação começa por IA. Em muitos casos, o ganho mais rápido e sustentável vem de organizar processos, integrar dados e automatizar rotinas. A IA entra para acelerar decisões, reduzir retrabalho e ampliar escala quando a base está pronta.

Principais insights do GenAI Summit 2026 da Deloitte

Um dos aprendizados mais consistentes do Summit é que a pergunta não deveria ser “qual IA vamos usar?”, mas sim:

  • Qual problema de negócio estamos resolvendo?

  • Qual processo precisa ser redesenhado e governado?

  • Que dados e controles garantem segurança, auditoria e confiança?

Quando a base é sólida, a tecnologia vira alavanca. Quando não é, vira custo.

Processos e dados como espinha dorsal da inteligência artificial

Em organizações públicas e privadas, processos e dados bem organizados são o que sustentam a execução. É por isso que IA aplicada com propósito costuma se apoiar em três fundamentos:

  1. Processos estruturados e orquestrados (visibilidade, padrões, rastreabilidade)
  2. Dados com qualidade e fluidez (do input à decisão)
  3. Governança e conformidade (segurança, auditoria, accountability)

Com essa base, IA se torna verdadeiramente estratégica e passa a ser parte do fluxo operacional.

Setor público: da estratégia ao ROI e a construção de capacidade operacional

Tiago Amor (CEO da Lecom) e de Douglas Zilio (Arquiteto de Soluções da Lecom) em evento do GenAI Summit na Deloitte.

Um dos destaques do evento foi a plenária “Da estratégia ao ROI no setor público: como transformar IA em capacidade operacional”, com Edson Cedraz (Sócio-líder para a indústria de Government & Public Services), Tiago Amor (CEO da Lecom) e de Douglas Zilio (Arquiteto de Soluções da Lecom).

A discussão trouxe um recado importantíssimo: o setor público não precisa apenas de inovação, precisa de escala com responsabilidade. E isso depende de:

  • redesenhar jornadas de atendimento,
  • reduzir burocracia e etapas manuais,
  • integrar sistemas e bases,
  • padronizar regras,
  • garantir rastreabilidade, transparência e conformidade.

Case gov.br da Lecom: como vitrine de transformação digital em escala

Durante a conversa, foi compartilhado um exemplo emblemático do potencial dessa agenda: a trajetória do gov.br como ecossistema de serviços digitais em âmbito federal, um case assinado pela Lecom.

A jornada ilustra o que acontece quando a transformação não é tratada como projeto isolado, e sim como capacidade contínua de evolução. Entre os marcos destacados:

  • crescimento de 2 milhões para mais de 150 milhões de usuários,
  • processamento de mais de 135 mil solicitações digitais por dia,
  • integração de mais de 33 bases de dados para viabilizar serviços críticos.
  • integração de mais de 74 órgãos do governo para viabilizar serviços críticos como o Auxílio Emergencial e o Seguro Desemprego.

A mesma abordagem é replicável e aplicável a governos federais, estaduais e municipais, bem como a autarquias, fundações e órgãos públicos com alto volume de atendimento e documentos. 

Com OCR + IA, o setor público ganha velocidade e qualidade na leitura e extração de dados; com RPA, automatiza rotinas repetitivas e integra sistemas legados; e com a orquestração de processos, garante rastreabilidade, conformidade e padronização. Todas essas iniciativas criam escala para ampliar serviços digitais, reduzir custos operacionais e melhorar a experiência do cidadão.

No Governo Federal, a plataforma Lecom já sustenta a inovação pública em mais de 70 órgãos federais com 650 processos ativos em instituições como o Ministério da Economia (ME),  Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG),  além de instituições estratégicas como a Polícia Rodoviária Federal, a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP) e a Norte Energia (responsável pela operação da Usina Belo Monte). 

Além do âmbito federal, atende prefeituras como Santos e Itu. No cenário internacional, a Lecom também integra iniciativas de digitalização na Procuradoria-Geral da República e na Administração Geral Tributária de Angola, reforçando a capacidade da solução de escalar e se adaptar a realidades regulatórias e operacionais distintas.

Mais do que números, o ponto mais forte foi a dimensão democratizante da digitalização: garantir que um cidadão em um município pequeno tenha acesso ao mesmo nível de serviço e agilidade que alguém em grandes capitais. Em um país continental, esse impacto muda a relação Estado-sociedade.

Evolução por versões, não por “grande virada”

Outra ideia importante da plenária foi a visão evolutiva: V1 → V2 → V3. Nem sempre faz sentido já ter tudo rodando 100%, com IA ponta a ponta. A chave é ter uma base de processos flexível, que permita incorporar inteligência progressivamente, com aprendizado, governança e ganho operacional a cada etapa.

Saúde suplementar: eficiência operacional como caminho para sustentabilidade

Fatima Pinho (Sócia-líder para o setor de Health Care), Ligia Tosti (Superintendente de Operações em Saúde da Unimed CNU) e Mario Oliveira (Sócio e Head of Strategic Business da Lecom), em evento do GenAI Summit.

A segunda plenária com participação da Lecom foi “Inovação tecnológica como estratégia de redução da sinistralidade na saúde suplementar”, com Fatima Pinho (Sócia-líder para o setor de Health Care), Ligia Tosti (Superintendente de Operações em Saúde da Unimed CNU) e Mario Oliveira, Sócio e Head of Strategic Business.

O debate reforçou um ponto essencial para o setor: não existe “ferramenta mágica”. O que traz sustentabilidade é a capacidade de melhorar a operação, reduzir desperdícios e controlar variáveis com consistência.

A síntese do painel pode ser traduzida em três frentes:

1) A era de comprar software por funcionalidade ficou para trás

O mercado está migrando de aquisição de ferramentas para > aquisição de capacidade de resolver problemas. Soluções que não atacam uma dor estratégica e não se conectam a processo e governança viram ruído.

2) Dados estruturados aceleram qualquer iniciativa

Na saúde e em diversos outros setores (como finance, governo e serviços em geral), o volume e a complexidade de informações são enormes. O caminho mais rápido para gerar valor é estruturar e automatizar fluxos para que o dado circule com confiabilidade. Isso reduz erros humanos, tempo e custo administrativo e cria base para análises melhores.

3) Governança e privacidade precisam estar no centro

A preocupação com dados sensíveis é legítima e mandatória. A boa notícia é que processos bem desenhados facilitam o controle. Com governança, é possível gerar insights e análises relevantes sem expor dados pessoais, preservando conformidade e confiança.

Um resumo sobre o GenAI Summit 2026 da Deloitte

Dois dias de conteúdo e conversas de alto nível deixam lições práticas para qualquer organização que esteja construindo sua agenda de IA e automação:

  • IA precisa de processo para escalar.
  • Governança não é “freio”, é condição de confiança.
  • ROI vem de execução disciplinada, não de anúncios.
  • O caminho é evolutivo, com base sólida e melhorias por versão.
  • Em setores regulados, a estrutura operacional define o limite da inovação.

Os conteúdos das plenárias e do vídeocast gravado durante o evento serão disponibilizados em breve, e a Lecom também vai compartilhar trechos e principais insights para ampliar a discussão sobre IA aplicada com responsabilidade, foco em processos e impacto mensurável.

 

FAQ

  • O que é GenAI e por que ela virou prioridade para empresas e governos?

GenAI (IA generativa) é uma categoria de Inteligência Artificial capaz de criar conteúdos, resumir informações, apoiar análises e automatizar tarefas cognitivas. Ela virou prioridade porque, quando bem aplicada, aumenta produtividade e qualidade em escala. O ponto central é que ela precisa estar conectada a processos e governança para gerar valor real.

  • Como a IA pode gerar ROI de verdade e não virar só “projeto piloto”?

ROI com IA aparece quando a iniciativa resolve um problema de negócio claro e entra na operação com métricas. Normalmente, isso exige processo redesenhado, dados confiáveis, integração com sistemas e governança. Sem essa base, a IA tende a ficar em testes isolados e difícil de sustentar.

  • O que é governança de IA e por que ela é indispensável?

Governança de IA é o conjunto de regras, controles e responsabilidades que garantem uso seguro, ético e auditável da tecnologia. Ela cobre temas como rastreabilidade, conformidade, proteção de dados, gestão de riscos e accountability. Governança é o que sustenta confiança e escala.

  • Como automação de processos acelera resultados com IA?

Automação de processos reduz etapas manuais, padroniza rotinas e aumenta a velocidade de execução. Isso cria um ambiente mais previsível e mensurável, no qual a IA consegue atuar com mais qualidade e controle. Em geral, automação bem feita prepara o terreno para o uso de IA com impacto.

  • Como a digitalização de serviços públicos melhora a experiência do cidadão?

Quando jornadas são simplificadas e digitalizadas, o cidadão enfrenta menos etapas, menos deslocamentos e menos retrabalho. Isso melhora o tempo de resposta, transparência e previsibilidade. O ganho não é só eficiência interna: é acesso ampliado e experiência mais fluida para a população.

  • Na saúde suplementar, como a tecnologia pode ajudar a reduzir custos e aumentar eficiência?

O maior impacto costuma vir de organizar fluxos, reduzir desperdícios, automatizar rotinas e melhorar qualidade de dados para tomada de decisão. Em vez de começar pela “ferramenta”, o caminho mais consistente é começar pelo problema operacional e estruturar processos para sustentar melhorias contínuas. Assim, tecnologia passa a apoiar eficiência e sustentabilidade.

  • Quais indicadores ajudam a medir ROI em iniciativas de IA e automação?

Alguns indicadores comuns são redução de tempo de ciclo, diminuição de retrabalho, queda de custo operacional por demanda, aumento de produtividade por equipe, melhoria de SLA e redução de erros. Em áreas reguladas, também entram métricas de conformidade, rastreabilidade e segurança. O ideal é definir KPIs antes do projeto entrar em produção.

  • Onde vou poder assistir aos conteúdos das plenárias e do vídeocast do GenAI Summit 2026 by Deloitte?

Os conteúdos do evento e as gravações (incluindo o vídeocast) serão disponibilizados no canal da Deloitte no YouTube, e a Lecom também vai compartilhar os links e os principais trechos assim que estiverem no ar.

Foto de Tiago Amor

Tiago Amor

CEO - Lecom Tecnologia

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