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5 benefícios da automação de processos financeiros para sua empresa crescer com eficiência

A automação de processos financeiros para empresas reduz custos operacionais, elimina erros manuais e acelera a tomada de decisão em tempo real 

A automação de processos financeiros ajuda empresas a reduzir custos operacionais, eliminar retrabalho, diminuir erros manuais e acelerar decisões com dados mais confiáveis. Ela transforma atividades como contas a pagar, validação de notas fiscais, reembolsos, conciliações, aprovações e relatórios em fluxos digitais integrados, rastreáveis e mais fáceis de controlar.

Para empresas em crescimento, o ganho não está apenas em “fazer mais rápido”. O maior valor está em criar uma operação financeira capaz de escalar sem aumentar a complexidade na mesma proporção. Isso significa menos dependência de e-mails, planilhas, digitação manual e aprovações dispersas, e mais controle sobre prazos, regras, responsáveis, documentos e indicadores.

Dados de mercado reforçam essa tendência. Um estudo da McKinsey sobre automação na função financeira aponta que é possível automatizar totalmente 42% das atividades financeiras e automatizar majoritariamente outros 19%. A consultoria também indica que cerca de um terço dessa oportunidade pode ser automatizar com RPA. 

Esse potencial explica por que a automação financeira não deve ser vista apenas como uma forma de reduzir tarefas manuais. Quando conectada a BPM, BPMS, RPA, IA, OCR, integração com ERP, workflow, governança e rastreabilidade, ela se torna uma base para eficiência operacional, controle financeiro e crescimento com mais previsibilidade.

Uma mão aberta sustentando um holograma brilhante de um gráfico financeiro em ascensão pela automação de processos financeiros.
A automação transforma a gestão financeira, acelerando o crescimento da sua empresa.

O que é automação de processos financeiros?

Automação de processos financeiros é o uso de tecnologias para executar, controlar e integrar atividades financeiras com menos intervenção manual. Ela pode envolver workflow, BPM, BPMS, RPA, IA, OCR, integração com ERP, regras de negócio, dashboards e trilhas de auditoria.

Em vez de uma equipe receber solicitações por e-mail, conferir documentos manualmente, preencher planilhas, consultar sistemas e cobrar aprovações, o processo passa a seguir um fluxo estruturado. Cada etapa tem responsáveis, prazos, regras, campos obrigatórios, anexos, validações e registros.

A automação de processos financeiros para empresas é especialmente relevante quando há alto volume de transações, muitas aprovações, diferentes unidades de negócio, Centros de Serviços Compartilhados, múltiplos ERPs, integrações bancárias ou necessidade de compliance.

Como a automação financeira funciona na prática?

A automação financeira funciona como uma camada de orquestração entre pessoas, sistemas e regras de negócio.

Um exemplo simples é o fluxo de pagamento de fornecedores. A nota fiscal pode ser recebida em um portal ou canal integrado. O OCR extrai informações do documento. O sistema valida dados obrigatórios, confere CNPJ, pedido de compra, centro de custo e alçada de aprovação. O workflow encaminha a solicitação para o responsável correto. O ERP recebe ou devolve informações. A equipe acompanha tudo em painel, com SLA, status e histórico.

Esse mesmo modelo pode ser aplicado a reembolsos, adiantamentos, conciliações, baixa de pagamentos, solicitações de compras, aprovações orçamentárias, prestação de contas, faturamento, cobrança e relatórios gerenciais.

A diferença entre automatizar uma tarefa e automatizar um processo está na visão ponta a ponta. Um robô pode copiar dados de uma tela para outra. Já uma plataforma de processos organiza o fluxo completo, integra sistemas, registra decisões, trata exceções e gera indicadores.

É por isso que soluções como uma plataforma de BPM, RPA e IA como a Lecom são relevantes para operações financeiras mais complexas. Elas ajudam a estruturar processos inteligentes, com modelagem, regras, integrações, automações e monitoramento em um único ambiente.

Por que processos financeiros manuais limitam o crescimento?

Processos financeiros manuais costumam parecer baratos porque usam ferramentas já conhecidas, como e-mail, planilhas e pastas compartilhadas. O problema é que o custo real aparece em outras formas: retrabalho, atrasos, pagamentos duplicados, aprovações fora da política, falta de visibilidade, esforço de auditoria e dependência de pessoas específicas.

Quando o volume aumenta, a operação manual perde previsibilidade. A equipe passa mais tempo procurando informação, conferindo documentos, cobrando retorno e corrigindo inconsistências do que analisando dados, melhorando processos ou apoiando decisões estratégicas.

Em áreas financeiras, essa perda de controle tem impacto direto no caixa, no relacionamento com fornecedores, na qualidade das informações contábeis e na capacidade de liderança enxergar riscos com antecedência.

Diante desses desafios, a automação deixa de ser apenas uma melhoria operacional e passa a ser uma estratégia para tornar o financeiro mais eficiente, integrado e preparado para crescer. A seguir, conheça 5 benefícios da automação de processos financeiros e como eles impactam diretamente a redução de custos, a produtividade das equipes, a governança e a tomada de decisão nas empresas. 

5 benefícios da automação de processos financeiros

1. Redução de custos operacionais

O benefício mais buscado da automação financeira é a redução de custos. Ela acontece porque tarefas repetitivas deixam de depender de esforço manual, aprovações ficam mais rápidas e falhas que geram retrabalho passam a ser prevenidas no próprio fluxo.

A economia pode vir de várias fontes: menos horas gastas em digitação, menor volume de correções, redução de atrasos, melhor aproveitamento da equipe, menor esforço de auditoria e maior padronização entre unidades.

Um exemplo prático aparece no case do Grupo Dislub Equador com a Lecom. A empresa tinha grande quantidade de processos manuais, falta de rastreabilidade e retrabalho no lançamento de notas fiscais. Com a plataforma Lecom, o primeiro processo automatizado foi justamente o lançamento de notas, começando por notas de serviço e depois incorporando faturas. Em menos de seis meses, o grupo automatizou 78 processos, sendo que 68 começaram a rodar em apenas 20 dias.

O ponto central é que automação não deve ser vista apenas como corte de custo. O objetivo é liberar capacidade operacional para atividades de maior valor, como análise financeira, planejamento, gestão de riscos, negociação com fornecedores e melhoria de indicadores.

2. Menos erros manuais e retrabalho

Erros em processos financeiros geralmente começam em detalhes: um campo preenchido errado, um anexo faltando, uma nota sem validação, uma aprovação fora da alçada, uma informação divergente entre planilha e ERP.

Com automação, regras de negócio podem ser aplicadas desde a abertura da solicitação. Campos obrigatórios, validações automáticas, conferência de documentos, integração com bases internas e alertas reduzem a chance de inconsistências seguirem adiante.

No case do Grupo Dislub Equador, o retrabalho no lançamento de notas fiscais era um dos desafios centrais. A automação passou a orquestrar o fluxo a partir da leitura das notas pelo ERP, abertura do processo na Lecom, integração com uma solução de inteligência artificial para reconhecimento de arquivos e extração de campos, além da validação do que poderia ou não seguir para execução. O resultado relatado foi uma redução de 80% na carga de trabalho dos assistentes no lançamento de notas, 30% para analistas e 10% na camada gerencial.

A Comgás também enfrentava retrabalho gerado pela repetição de etapas em um mesmo processo. Com a plataforma Lecom, passou a contar com mais de 100 processos digitalizados e automatizados, reduzindo erros, retrabalhos e SLAs em diversos fluxos.

Isso não elimina a necessidade de supervisão humana, principalmente em decisões críticas. Mas muda o papel da equipe: em vez de conferir tudo manualmente, os profissionais passam a atuar sobre exceções, análises e decisões que realmente exigem julgamento.

3. Aprovações e pagamentos mais rápidos

Atrasos em contas a pagar, reembolsos e aprovações orçamentárias não acontecem apenas por falta de equipe. Muitas vezes, o gargalo está na ausência de fluxo claro.

Quando cada solicitação segue por e-mail ou mensagem, é difícil saber quem deve aprovar, qual prazo está vencendo, qual documento falta e onde o processo parou. A automação resolve esse problema com roteamento automático, SLA, notificações, escalonamentos e visibilidade em tempo real.

O case da Comgás mostra essa relação entre automação, aprovações e eficiência no pagamento de fornecedores. A empresa buscava uma solução simples de usar, com integração facilitada e suporte eficiente, capaz de estruturar processos ponta a ponta. Com a Lecom, alcançou ampla facilidade nas aprovações por meio de integrações entre sistemas e da possibilidade de realizar aprovações pelo celular.

O case da Melitta também reforça esse benefício. A empresa integrou processos ao SAP, reduziu em um terço o tempo dos processos automatizados e passou a contar com uma ferramenta central para controle dos processos e aprovações. A utilização de certificados digitais também viabilizou integrações mais ágeis e seguras com a área financeira e outros departamentos.

Para o financeiro, isso significa mais previsibilidade. Para áreas solicitantes, significa melhor experiência. Para a liderança, significa controle sobre gargalos antes que eles afetem pagamentos, fechamento ou relacionamento com fornecedores.

4. Dados em tempo real para tomada de decisão

A automação transforma processos financeiros em fontes de dados estruturados. Cada solicitação, aprovação, exceção, documento e prazo gera informação útil para gestão.

Com dashboards, a empresa pode acompanhar volume de demandas, tempo médio de aprovação, processos em atraso, principais causas de retrabalho, custos por centro de custo, solicitações por unidade e indicadores de conformidade.

No case da Rede Santa Catarina, a adoção da Lecom ajudou a substituir uma ferramenta anterior de ITSM e estruturar um CSC, com áreas como RH, Financeiro e Compras operando de forma mais eficiente. Entre os resultados, a instituição alcançou economia aproximada de R$ 300 mil, melhoria na rastreabilidade dos processos e redução do número de serviços cadastrados, de mais de 5.000 para cerca de 600. O case também destaca que os gestores passaram a contar com indicadores mais claros para ajustes e melhorias contínuas.

A Normatel é outro exemplo de como a automação fortalece a gestão por dados em operações compartilhadas. Com a plataforma Lecom, a empresa avançou na automação do CSC, integrou processos com sistemas como SAP e TOTVS RM e conectou a operação ao Power BI para ampliar a governança e a análise de performance.

Essa visibilidade muda a tomada de decisão. Em vez de depender de relatórios montados manualmente depois que o problema ocorreu, gestores passam a acompanhar a operação em tempo real e atuar de forma preventiva.

5. Mais governança, compliance e escala

Processos financeiros precisam de controle. A automação ajuda a garantir que regras sejam aplicadas de forma consistente, que aprovações respeitem alçadas, que documentos fiquem vinculados ao fluxo e que decisões tenham histórico.

Essa rastreabilidade é essencial para auditorias, compliance, prestação de contas, governança corporativa e gestão de riscos. Também é importante para empresas com CSC, múltiplas unidades, alto volume de solicitações ou operações distribuídas.

O case do Grupo Ser Educacional mostra como a automação pode apoiar escala em uma operação de serviços compartilhados. A organização queria expandir seu CSC para todas as unidades e ampliar o movimento de robotização de processos. Com a Lecom, implementou mais de 140 processos em 18 meses, reduziu em 50% o tempo médio de atendimento aos estudantes no primeiro ano e economizou 15 mil horas de trabalho ao ano.

Em operações compartilhadas, essa necessidade fica ainda mais evidente. A Normatel enfrentava desafios com a expansão de seu CSC e adotou a plataforma Lecom para orquestrar processos críticos, impulsionar governança, eficiência e redução de custos. A automação também contribuiu para substituir sistemas legados, aumentar produtividade e melhorar a qualidade dos processos.

Quanto maior a operação, mais perigoso é depender apenas de conhecimento informal. A automação cria padronização sem impedir ajustes por área, unidade, política interna ou tipo de processo. Para empresas com CSC, backoffice financeiro, múltiplos sistemas e grande volume de solicitações, essa combinação de governança, rastreabilidade e escala é o que permite crescer com mais controle.

Quais processos financeiros podem ser automatizados primeiro?

A melhor forma de começar é priorizar processos de alto volume, regras claras, impacto financeiro e baixa complexidade inicial. Isso permite gerar ganhos rápidos, aprender com a implantação e expandir a automação com mais segurança.

Entre os processos financeiros que podem ser automatizados primeiro estão:

  • contas a pagar;
  • validação de notas fiscais;
  • aprovação de pagamentos;
  • reembolsos corporativos;
  • adiantamentos;
  • prestação de contas;
  • conciliação bancária;
  • cadastro e atualização de fornecedores;
  • solicitações de compras;
  • aprovações orçamentárias;
  • faturamento;
  • cobrança;
  • relatórios financeiros recorrentes;
  • fechamento mensal;
  • baixa de pagamentos;
  • conferência de documentos.

Em empresas com CSC, esses processos costumam ser ainda mais relevantes porque concentram demandas de diferentes áreas e unidades. A automação ajuda a padronizar atendimento, medir SLA, reduzir filas e criar uma visão integrada da operação.

Para empresas que querem ampliar essa visão para outras áreas, o conteúdo da Lecom sobre automação de processos empresariais aprofunda como estruturar processos inteligentes com formulários, regras de negócio, integrações e modelagem no-code/low-code.

Quanto uma empresa pode economizar com automação de processos financeiros?

A economia depende do volume de transações, custo da equipe, quantidade de erros, nível de retrabalho, maturidade dos processos, integrações necessárias e tecnologia adotada. Por isso, não existe um percentual único que sirva para todas as empresas.

A forma mais segura de estimar o ganho é calcular o custo atual do processo e comparar com o custo projetado após a automação.

Uma fórmula prática é:

  • Economia estimada = custo das horas manuais reduzidas + custo do retrabalho evitado + perdas evitadas por atraso ou erro + ganho de produtividade da equipe – investimento em tecnologia, implantação e sustentação.

Imagine uma empresa que processa 3.000 solicitações financeiras por mês. Se cada solicitação consome, em média, 6 minutos de conferência manual, isso representa 300 horas mensais. Se a automação reduzir metade desse esforço, a empresa libera 150 horas por mês para atividades mais estratégicas. O ganho financeiro dependerá do custo-hora interno, mas o impacto operacional já aparece na capacidade liberada, na velocidade do fluxo e na redução de erros.

Além da economia direta, existem ganhos menos visíveis, mas muito relevantes: melhor previsibilidade de caixa, menor exposição a riscos, auditorias mais simples, menos dependência de pessoas específicas e maior qualidade dos dados para decisão.

A recomendação é medir antes de automatizar. Indicadores como custo por solicitação, tempo médio de ciclo, taxa de retrabalho, volume de exceções, SLA cumprido, erros por etapa e esforço de auditoria ajudam a demonstrar o impacto real da automação financeira.

Principais erros na automação de processos financeiros e como evitá-los

  • Automatizar um processo ruim sem redesenho

Um erro comum é digitalizar o mesmo fluxo confuso que já existia no papel, no e-mail ou na planilha. Quando isso acontece, a empresa apenas acelera problemas.

Antes de automatizar, é necessário mapear etapas, eliminar atividades desnecessárias, revisar regras, definir responsáveis e padronizar entradas de dados.

  • Criar automações isoladas sem governança

RPA, IA e OCR são recursos valiosos, mas não devem operar como ilhas. Se cada área cria sua própria automação sem arquitetura, o resultado pode ser fragmentação, baixa visibilidade e dificuldade de manutenção.

O ideal é que a automação esteja conectada a uma estratégia de processos, com governança, documentação, indicadores e gestão de exceções.

  • Não integrar ERP, bancos e sistemas legados

A automação financeira perde força quando o time ainda precisa copiar dados entre sistemas. Integrações com ERP, bancos, portais, sistemas fiscais, plataformas de compras e bases internas são fundamentais para reduzir retrabalho e aumentar confiabilidade.

A plataforma de automação deve funcionar como uma camada de orquestração, conectando diferentes tecnologias sem comprometer o controle do processo.

  • Ignorar segurança, compliance e rastreabilidade

Processos financeiros lidam com dados sensíveis, pagamentos, documentos fiscais e decisões de impacto. Por isso, segurança e rastreabilidade não podem ser tratadas como etapa posterior.

A automação deve registrar quem fez o quê, quando, com quais dados, quais documentos e quais aprovações. Também deve respeitar permissões de acesso, políticas internas e requisitos legais aplicáveis.

  • Não envolver as áreas de negócio

Projetos de automação financeira não são apenas projetos de TI. Eles precisam envolver financeiro, controladoria, CSC, compras, fiscal, jurídico, auditoria e áreas solicitantes.

Quando a área de negócio participa do desenho, a automação tende a refletir melhor a rotina real, reduzir resistência e gerar adoção mais rápida.

Qual a diferença entre automação financeira, RPA, BPMS e ERP?

Automação financeira é a estratégia de digitalizar, integrar e otimizar processos da área financeira.

RPA é uma tecnologia usada para automatizar tarefas repetitivas, como copiar dados, acessar sistemas, preencher campos ou executar rotinas baseadas em regras.

BPMS é a plataforma que modela, executa, monitora e melhora processos de negócio. Em processos financeiros, o BPMS organiza o fluxo, define regras, encaminha aprovações, registra histórico e integra sistemas.

ERP é o sistema de gestão que concentra dados transacionais da empresa, como financeiro, contábil, compras, estoque e faturamento.

Essas tecnologias não competem necessariamente entre si. Em uma arquitetura madura, o BPMS orquestra o processo, o ERP registra dados centrais, o RPA executa tarefas repetitivas, o OCR lê documentos e a IA apoia análises, classificações e decisões assistidas.

O conteúdo da Lecom sobre vantagens de um BPMS na automação de processos ajuda a entender como essa tecnologia apoia modelagem visual, execução, monitoramento e melhoria contínua dos processos.

Como implementar automação financeira com segurança?

A implementação deve começar com clareza de objetivo. A empresa precisa definir se quer reduzir custo, acelerar aprovações, aumentar controle, melhorar compliance, diminuir erros, integrar sistemas ou ganhar visibilidade operacional.

Depois, é recomendável seguir alguns passos:

  1. Mapear os processos financeiros atuais.
  2. Identificar gargalos, retrabalhos e riscos.
  3. Priorizar processos com alto volume e regras claras.
  4. Redesenhar o fluxo antes de automatizar.
  5. Definir indicadores de sucesso.
  6. Integrar sistemas necessários, como ERP e bancos.
  7. Configurar regras de negócio, alçadas e SLAs.
  8. Implementar automação em ondas.
  9. Monitorar resultados.
  10. Ajustar continuamente o processo.

Essa abordagem reduz riscos e evita que a empresa invista em automações desconectadas da estratégia operacional.

Quando a operação envolve múltiplas áreas, fornecedores ou usuários externos, um portal de serviços com rastreabilidade pode ajudar a centralizar solicitações, reduzir dependência de e-mails e planilhas, padronizar campos e dar mais autonomia para abertura e acompanhamento de demandas.

Quer aprofundar o tema? Assista ao webinar sobre automação financeira com IA e hiperautomação

Se o seu departamento financeiro ainda depende de planilhas, aprovações manuais e e-mails fora de controle, este webinar pode ajudar a enxergar caminhos práticos para mudar esse cenário.

No webinar “Financeiro do futuro: menos burocracia e mais protagonismo com IA e hiperautomação”, Douglas Zilio, Gerente Nacional de Arquitetos de Soluções da Lecom, mostra como automatizar rotinas do setor financeiro com mais inteligência, integração e estratégia, conectando IA, RPA e orquestração de processos de ponta a ponta.

Durante a conversa, você vai entender:

  • por que muitos projetos de IA falham no financeiro;
  • como eliminar gargalos em reembolsos, pagamentos e solicitações;
  • qual é o papel dos CSCs na estruturação de processos com dados;
  • como empresas como Dislub, Comgás e Desktop avançaram na automação de processos;
  • o que muda quando o financeiro deixa de ser apenas operacional e passa a atuar de forma mais estratégica.

O conteúdo é indicado para CFOs, controllers, analistas, gestores financeiros, líderes de CSC e profissionais que querem transformar o backoffice em um motor de eficiência, governança e tomada de decisão.

Assista ao webinar completo no YouTube: Financeiro do futuro: menos burocracia e mais protagonismo com IA e hiperautomação

Conclusão: eficiência financeira depende de processos inteligentes

A automação de processos financeiros exige mais do que digitalizar formulários. Ela depende de integração, orquestração, governança, rastreabilidade, dados e capacidade de evoluir processos com segurança.

Nesse contexto, uma plataforma de automação inteligente de processos permite estruturar fluxos financeiros ponta a ponta, conectar áreas e sistemas, aplicar regras de negócio, acompanhar SLAs, usar recursos como RPA, IA e OCR, e transformar atividades manuais em processos digitais controlados.

Para empresas que operam com CSC, ERPs, unidades distribuídas ou alto volume de solicitações, essa visão é especialmente importante. O financeiro passa a atuar com mais previsibilidade, menos retrabalho e mais capacidade analítica.

Essa abordagem também conversa com a lógica de hiperautomação, que combina BPM, RPA, IA e outras tecnologias para ampliar eficiência, integração e inteligência operacional.

Se a sua empresa quer transformar processos financeiros em fluxos mais ágeis, integrados e rastreáveis, fale com um especialista da Lecom.

Foto de Marcelo Arradi

Marcelo Arradi

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