Estivemos no Energy Summit 2025, no Rio de Janeiro, para participar de um debate que já não pode mais ser adiado: como tornar a operação das empresas mais eficiente, inteligente e conectada em meio à urgência da transição energética?
Durante os três dias de evento, tivemos conversas com diversos players do mercado. Foi um momento importante para reafirmar o papel da plataforma Lecom como habilitadora de processos mais fluídos, integrados e autônomos em setores críticos.
Automação inteligente: o que já estamos entregando
Compartilhamos no evento experiências reais de empresas que já vêm colhendo os frutos de uma gestão mais conectada. Um exemplo marcante é o da Dislub Equador, onde estruturamos um fluxo inteligente para o lançamento de notas fiscais, integrando RPA, IA e BPMS. O impacto:
- 80% de redução da carga operacional de assistentes
- 30% a menos de esforço para analistas
- 10% de ganho de tempo para gerência
- Expansão do modelo para praticamente todas as áreas da empresa
Outro case relevante é o da Comgás, onde mais de 100 processos já foram automatizados, com ampla integração sistêmica e mobilidade. O resultado direto foi a redução de 57% no SLA do pagamento de fornecedores, além de mais de 90 mil processos executados com fluidez e rastreabilidade.
Esses são exemplos de como a Lecom ajuda empresas a transformar operação em desempenho, com impactos concretos na base do negócio.
Inteligência artificial com aplicação real
A inteligência artificial esteve presente em diversas conversas durante o evento e, felizmente, com foco em uso real. Falamos sobre a aplicação de agentes inteligentes de atendimento, análise de documentos via OCR e integrações com sistemas legados, sempre conectados à nossa plataforma de gestão de processos.
Essa abordagem entrega resultados rápidos, melhora a visibilidade operacional e libera tempo para decisões mais estratégicas.
Um evento para escutar, trocar e seguir avançando
Participamos do Energy Summit ao lado da Greenfive, especialista no setor de energia e parceira da Lecom.
Volto do evento com a certeza de que a transição energética passa também por estruturas organizacionais mais eficientes e decisões sustentadas por dados e processos bem resolvidos.
Vamos continuar essa conversa?