Você sabe o que é uma plataforma low-code, quando utilizá-la e como escolher a melhor para otimizar o dia a dia do negócio? A verdade é que essa tecnologia já está presente no dia a dia de diversas empresas.
Uma pesquisa divulgada pela Gartner confirma essa informação. O documento prevê que, até 2027, o mercado de aplicativos low-code deve chegar a US$ 16,5 bilhões. A taxa de crescimento anual composto (CAGR) estimada é de 16,3% entre 2022 e 2027.
Já um levantamento da Forrester estima que o setor deve atingir US$ 50 bilhões até 2028. A pesquisa também revela que 87% dos desenvolvedores já utilizam esse tipo de plataforma. Entre os fatores que impulsionam esse resultado estão a redução de custos e a democratização dos processos.
Assim, fica fácil entender por que esse tipo de plataforma está se tornando cada vez mais popular, concorda? Agora, como usar essa tecnologia para otimizar o uso de tempo e recursos corporativos?
Para ajudar você a mergulhar no conceito, este artigo traz o que é plataforma low code e como funciona, além de receber dicas de como escolher a melhor opção para usar na sua empresa. Confira!
O que é uma plataforma low–code, afinal?
Uma plataforma low–code é uma modalidade de desenvolvimento de sistemas que exige pouca codificação para criar sites e aplicativos. Também conhecida como solução de baixo código, apresenta uma interface visual simples, em que é necessário apenas selecionar e arrastar as funcionalidades.
Dessa forma, o low-code development permite construir várias aplicações diferentes. Alguns exemplos são:
- aplicativos para colaboradores e clientes;
- processos de negócios;
- sistemas de processamento de dados.
Para ficar mais claro, imagine que uma empresa da área da saúde decida criar uma aplicação para simplificar o agendamento de exames. É possível atingir esse objetivo com uma plataforma low–code.
Esse tipo de ferramenta também é muito prático e traz diversos benefícios, como:
- rapidez na realização de atividades devido a processos ágeis e integrados;
- autonomia, já que seu negócio não depende apenas de desenvolvedores;
- oportunidade de personalização, com os recursos já disponíveis na plataforma;
- redução dos custos sem precisar da contratação de grandes equipes técnicas;
- aumento da produtividade, afinal, você e seu time gastam menos tempo para desenvolver aplicativos na plataforma.
Além disso, é possível usar essa ferramenta de maneira escalável, com o reaproveitamento de funcionalidades e repetição de ações para integrá-las a outros sistemas, sem a necessidade de criar novos códigos.
Qual é o significado de low-code?
O significado de low-code é “baixo código”, ou seja, trata-se de uma plataforma que exige pouca codificação para desenvolver um site ou aplicativo. Assim, o usuário não precisa ter conhecimento avançado em programação para obter bons resultados com funcionalidades personalizadas e modelos pré-configurados.
Qual é a diferença entre low-code e no-code?
A principal diferença entre low-code e no-code é o uso de código. No primeiro caso, é possível aplicar uma codificação simples para desenvolver e personalizar soluções. Assim, é necessário ter conhecimentos básicos em programação. Já a segunda alternativa dispensa completamente o uso de código. Portanto, há certa limitação na abordagem.
Na prática, o no-code é menos flexível e apresenta mínima possibilidade de customização. Por outro lado, o low-code requer o uso de pouco código e pode contar com recursos de TI modulares para tornar o desenvolvimento das soluções ainda mais rápido, sem abrir mão da personalização.
Leia também: O papel do low-code na democratização da automação
Como funciona uma plataforma low-code?
Uma plataforma low-code funciona com pouca codificação manual. Para desenvolver o site ou aplicativo, você seleciona e arrasta os elementos disponíveis na interface gráfica. Você também pode conectar a solução a APIs (Application Programming Interfaces) e bancos de dados para ampliar as funcionalidades.
Para entender melhor como funciona uma plataforma low-code, basta compará-la com uma opção tradicional, que exige uma grande quantidade de códigos para armazenar as informações de como a página se parece quando pronta.
Já o low-code development — como a tecnologia também é conhecida — funciona de maneira diferente, pois conta com ferramentas visuais. Assim, você não precisa escrever os códigos para cada funcionalidade, como a criação de uma aba para agendamento de exames.
Basta selecionar, na lista disponível, a função que deseja adicionar à página e arrastá-la para o local desejado. Fácil, não é?
Na prática, esses recursos permitem que os desenvolvedores — profissionais ou amadores — criem aplicações com mais agilidade. Como resultado, não é necessário ter conhecimento aprofundado em programação de sistemas.
Basta ter em mente o que se deseja e escolher entre as opções disponíveis. Ainda assim, é preciso saber um pouco sobre o assunto, até mesmo para não se perder durante o processo.
O que são ferramentas low-code?
Ferramentas low-code são plataformas de desenvolvimento que demandam pouca codificação. Mesmo com noções básicas de programação, é possível criar aplicativos ou sites personalizados. Esse processo ocorre por meio de modelagem visual e interface gráfica, o que permite usar apenas o modelo de arrastar e soltar.
Existem diferentes ferramentas no mercado. De modo geral, sua classificação é a de plataformas dedicadas a:
- dados e integrações;
- automação de processos;
- user experience (UX);
- testes, desenvolvimento e gestão de aplicativos;
- ferramentas e aplicativos de segurança.
Quais são as ferramentas low-code mais utilizadas?
As ferramentas low-code mais utilizadas são:
- Lecom;
- Roberty by Lecom;
- Mendix;
- Salesforce;
- OutSystems;
- Quixy;
- Studio Creatio;
- APEX Application Development;
- Zoho Creator.
Algumas dessas soluções fazem parte de uma lista mundial da Gartner. No entanto, existem outras opções igualmente interessantes também destacadas acima. No Brasil, a principal solução é a da Lecom, uma plataforma completa de processos inteligentes, que permite o desenho de processos e a modificação de um ambiente de desenvolvimento para outro com somente um clique.
Quando usar low–code na sua empresa?
Você pode usar o desenvolvimento low–code sempre que achar necessário. A ferramenta tem muitos usos, que vão desde a criação de aplicativos e sistemas empresariais, como controle de ponto para companhias, até o acompanhamento de solicitações dos clientes.
No entanto, é importante ter atenção às necessidades do seu negócio, pois há casos em que é preciso ter um sistema mais robusto e, consequentemente, mais complexo.
De maneira geral, essa tecnologia avança a cada dia e possibilita criações mais completas, capazes de atender às necessidades das empresas.
Agora que você compreendeu quando usar e o que são as ferramentas low–code, continue a leitura para conferir dicas de como escolher a melhor plataforma para o seu negócio!
Como escolher a melhor plataforma low–code para o seu negócio?
Para escolher a melhor plataforma low-code para o seu negócio, siga as próximas dicas:
- Analise as opções de sistemas disponíveis no mercado;
- Verifique se as plataformas atendem aos objetivos da sua empresa;
- Confira se a sua escolha tem boa usabilidade, se é fácil de entender e usar no dia a dia, se é flexível e robusta;
- Considere a oferta de recursos de integração e personalização. Ou seja, veja se conecta suas aplicações aos outros sistemas da empresa e ainda permite mexer nas configurações.
Agora, conheça a melhor opção do mercado: a Lecom. Com nossa solução, você cria fluxos de processos completos, monta formulários responsivos e acessa componentes reutilizáveis em uma solução fácil de usar e segura.
Assista ao vídeo abaixo e confira mais benefícios de adotar a tecnologia da Lecom na sua empresa:
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Com todas essas informações, você já pode ter a melhor plataforma low-code na sua empresa. Assim, é possível desenvolver sites e aplicativos com facilidade, além de ter uma gestão de processos simplificada.Quer entender melhor como nossa solução funciona com low-code? Conheça a Lecom e descubra como reduzir a complexidade tecnológica do desenvolvimento de aplicativos e sites.