Os maiores desafios na Gestão de Processos em 2015

Dia 22 de janeiro a Holly Lyke-Ho-Gland (Gerente de programa de pesquisa) publicou no blog da APQC (organização sem fins lucrativos e uma das principais defensoras do mundo de aferição de negócios, melhores práticas e investigação de gestão do conhecimento), um interessante artigo sobre os principais desafios de ‘Gestão de Processos’ para 2015 de acordo com uma pesquisa realizada em dezembro de 2014 com mais de 300 profissionais de excelência empresarial. O objetivo foi entender os desafios e as prioridades comuns para 2015.
A esmagadora porcentagem de 86,1 dos entrevistados identificou a ‘Gestão de Processos’ como um dos seus três principais desafios para esse ano.
Veja os principais desafios para a ‘Gestão de Processos’ e algumas dicas simples para superá-los:
1. Conforme colocado, 86% dos profissionais de excelência empresarial determinaram que a área foco, que está em 1º na lista de prioridade, será a de ‘Gestão de Processos’ nesse ano;
Com 72% e em na lista, a área de ‘Gestão de Desempenho’;
Com 68% e em na lista, a área de ‘Gestão da Mudança’;
Com 60% e em na lista, a área de ‘Gestão da Qualidade’;
Com 56% e em e último na lista, a área de ‘Gerenciamento de Projetos’.
2. Os 3 principais Processos – desafios:
O profissionais de excelência empresarial que participaram da pesquisa determinaram que 44% representam em lugar, desafios de governança no trabalho cross-functional;
Em lugar, determinaram que 40% representam os desafios de liderança envolvente em Gestão de Processos;
Em é último lugar, determinaram que 36% representam os desafios de identificar, priorizar e selecionar oportunidades de melhoria.
3. Dicas rápidas e melhores práticas:
– Atribuir proprietários para cada processo cross-functional. A chave é atribuir a responsabilidade a um único indivíduo com capacidades de liderança e autoridade na organização;
– Fornecer relatórios regularmente para os executivos acompanharem os projetos de pequena escala e demonstrar através disso, o sucesso e o aumento do nível sênior de buy-in.
– Criar um grupo central para gerenciar os esforços de melhoria. Um único grupo pode coordenar e fornecer um alto nível de oportunidades, além de ter uma visão objetiva de todas as iniciativas de melhoria que acontecem em uma organização de uma só vez.

 

banner_demonstrativo horizontal

fonte: http://goo.gl/3ikMh9

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.