BPM e a Síndrome do Bombeiro Corporativo

O Lecom em Ação de hoje conta com a participação de um de nossos grandes parceiros. Rodney Repullo é CEO da Magic Software, empresa parceira da Lecom na integração de tecnologias, e é especialista em temas como SOA, BPM, ERP, CRM, Cloud Computing, Mobilidade e Desenvolvimento de Sistemas. No presente artigo, Rodney apresenta o grande dilema entre “apagar incêndios” no dia-a-dia corporativo ou assumir uma postura de gestão proativa, baseada no Gerenciamento de Processos e na Excelência Operacional. Boa leitura! “O que é mais interessante e dá mais status? Ser o cara chato que busca organizar, otimizar os processos e evitar os problemas ou ser o herói que apaga todos os incêndios que surgem no dia a dia corporativo? Esse foi o tema que me fez refletir nos últimos dias, na busca de entender quais os motivos que dificultam a adoção da Gestão por Processos e Ferramentas de BPMS (Business Process Management Suites), se seus benefícios são tão evidentes.

Como o BPM, entendo de forma simplificada toda iniciativa de organização e otimização dos processos como implantação de Workflow Humano e Integração de Sistemas. Como fornecedor de tecnologia de integração e automação de processos, parceiro da Lecom, ouvimos todos os dias as explicações de empresas, que apesar de concordarem com os benefícios de uma solução de BPM, adiam sua implantação baseado na argumentação de que estão ‘apagando incêndios’.

Evitar problemas sempre pode ser adiado, pois os problemas ainda não ocorreram, mas apagar incêndios nunca pode esperar!!! Parece óbvio, mas esse ciclo vicioso precisa ser quebrado. A dificuldade é que a grande maioria dos gestores não conseguem olhar sua empresa de longe e ver o que pode ser feito para implantar melhorias.

Eles também sofrem da Síndrome dos Bombeiros Corporativos e não tem tempo para pensar nesses projetos hoje, pois estão apagando incêndios todos os dias. Cabe aos gestores refletirem sobre tudo isso e passarem a valorizar mais as ações dos chatos, que buscam organizar e otimizar processos, do que as dos heróis bombeiros, que apagam incêndios de forma automática e com os cérebros desligados.

A Síndrome do Bombeiro Corporativo tem cura? Qual a mágica? Sim, há cura. Tire da gaveta os projetos de melhoria, inicie hoje seus projetos, faça reuniões periódicas para acompanhar implantações e force à todos reservar no mínimo 20% do seu tempo a evitar incêndios.

Resista fortemente à tentação de ocupar 100% do seu tempo com os heroicos momentos apagando incêndios. ‘Os chatos’ são os verdadeiros heróis do mundo corporativo!!!” — Rodney Repullo participa ativamente do Blog Lecom, veja outros de seus Guest Posts nos links abaixo:

1 comentário


  1. Realmente uma frase que merece bastante atencão e reflexão:

    "Os chatos’ são os verdadeiros heróis do mundo corporativo!!!”

    Ótimo artigo… Recomendado para todos os líderes e liderados comprometidos com o resultado!!!

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